
A acreditar nos jornais, vida vai negra para o primeiro ministro. Se não vejamos, pensava que agredia impunemente professores, juizes, policias, e outras tantas classes profissionais, e levou com enormes manifestações de protesto na rua.
Pensava que podia aumentar os impostos e assim angariar fundos para fazes brilharetes eleitorais no fim da legislatura e levou com uma crise internacional que o levou a gastar o dinheiro a apoiar uma meia dúzia de empresas, fingindo que apoiava muitas mais.
Pensava que podia contar com o efeito positivo da aldrabice criada pelo seu muito competente Governador do banco de Portugal, que ao contrário do caso BPN, não se esqueceu de ser “diligente” e “incisivo” na hora de fabricar um número convenientemente alto para o déficit deixado pelo Governo do PSD. No entanto levou com um aumento do déficit de mais de 100% (!!!), no final da presente legislatura.
Pensava e disse que ainda não tinha nascido um Primeiro Ministro melhor que ele, e no entanto levou com o Francisco Louçã a lembrar-lhe que, na verdade, ainda não tinha nascido um Primeiro Ministro com um desempenho tão mau, nomeadamente, com o aumento do desemprego para níveis nunca vistos em Portugal, acompanhado pelo crescimento das falências e pela queda abruta do PIB.
Pensava que ganhava as eleições europeias e levou com uma derrota das grandes. Pensava que podia ter autoridade moral para se vitimizar junto dos restantes grupos parlamentares e levou com os “chifres” de Manuel Pinho.
Pensava que podia criar um movimento contra a incomoda Moura Guedes, primeiro através do seu “cão de fila” Marinho Pinto (infeliz bastonário de uma Ordem que já teve Digníssimos Representantes), depois exortando contra uma “campanha negra” promovida pelo jornal da TVI, e finalmente com uma tentativa abortada de compra daquela estação pela PT, e levou com a demissão de Moura Guedes na pior altura, precisamente no momento em que faz mais mal que bem ao PS, precisamente a duas semanas das eleições.
José Sócrates, poderá ser vitima do seu azar, ou até vitima de companheiros (que ele escolheu), como o “chifrudo” Pinho, o “jamais” Lino, a intratável Maria de Lurdes Rodrigues, ou o execrável e agressivo Santos Silva. Uma coisa é verdade, o Primeiro Ministro já é, nesta altura, o “bombo” da festa…
Pensava que podia aumentar os impostos e assim angariar fundos para fazes brilharetes eleitorais no fim da legislatura e levou com uma crise internacional que o levou a gastar o dinheiro a apoiar uma meia dúzia de empresas, fingindo que apoiava muitas mais.
Pensava que podia contar com o efeito positivo da aldrabice criada pelo seu muito competente Governador do banco de Portugal, que ao contrário do caso BPN, não se esqueceu de ser “diligente” e “incisivo” na hora de fabricar um número convenientemente alto para o déficit deixado pelo Governo do PSD. No entanto levou com um aumento do déficit de mais de 100% (!!!), no final da presente legislatura.
Pensava e disse que ainda não tinha nascido um Primeiro Ministro melhor que ele, e no entanto levou com o Francisco Louçã a lembrar-lhe que, na verdade, ainda não tinha nascido um Primeiro Ministro com um desempenho tão mau, nomeadamente, com o aumento do desemprego para níveis nunca vistos em Portugal, acompanhado pelo crescimento das falências e pela queda abruta do PIB.
Pensava que ganhava as eleições europeias e levou com uma derrota das grandes. Pensava que podia ter autoridade moral para se vitimizar junto dos restantes grupos parlamentares e levou com os “chifres” de Manuel Pinho.
Pensava que podia criar um movimento contra a incomoda Moura Guedes, primeiro através do seu “cão de fila” Marinho Pinto (infeliz bastonário de uma Ordem que já teve Digníssimos Representantes), depois exortando contra uma “campanha negra” promovida pelo jornal da TVI, e finalmente com uma tentativa abortada de compra daquela estação pela PT, e levou com a demissão de Moura Guedes na pior altura, precisamente no momento em que faz mais mal que bem ao PS, precisamente a duas semanas das eleições.
José Sócrates, poderá ser vitima do seu azar, ou até vitima de companheiros (que ele escolheu), como o “chifrudo” Pinho, o “jamais” Lino, a intratável Maria de Lurdes Rodrigues, ou o execrável e agressivo Santos Silva. Uma coisa é verdade, o Primeiro Ministro já é, nesta altura, o “bombo” da festa…
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