
O governo de Sócrates mentiu sobre a responsabilidade da crise mundial no agravamento das condições de vida dos mais pobres. Se assim é, como podem durante, o quadriénio 2005/2009 as desigualdades terem aumentado tanto? Sim, a diferença entre os rendimentos dos mais ricos e os rendimentos dos mais pobres aumentou em 0,3%, entretanto Sócrates, num dos seus rasgos de quem se está nas tintas para o parceiro do lado, acabou com a convergência das reformas e teve coragem para tributar algumas delas em sede de IRS…
O governo de Sócrates mentiu sobre a forma de apoiar a economia, centrando os apoios apenas no sector financeiro, transformando a Caixa Geral de Depósitos numa espécie de IPE, que centraliza todo o investimento na economia, quando a generalidade dos países europeus já apostava igualmente na baixa generalizada de impostos, certos de que, sem dinheiro na rua, de nada servirá enterrar fundos exclusivamente no sector financeiro, porque haverá certamente uma deflação da economia.
O governo de Sócrates mentiu ao chamar orçamento suplementar ao orçamento rectificativo. Certo, é uma pequena mentira, uma mentirinha, no meio de outras tantas graves, mas demonstra a falta de coragem de Sócrates para enfrentar uma verdade… O governo errou na medida grande, e errou em pleno curso da crise mundial, pois no fim de 2008, toda a gente já sabia o que aí vinha…. Só Sócrates e o seu governo é que pensavam que o OE 2009 podia mascarar a gravidade das contas públicas… Aliás, suspeito que tal engodo seria muito útil para suportar certos investimentos públicos megalómanos (dada a actual situação), como o TGV, que aliás, é objecto de uma verdadeira campanha de promoção nos órgãos de comunicação social, escondendo que para além dos apoios da UE, Portugal tem de enterrar 8 mil preciosos milhões na obra.
O governo de Sócrates mente ao dizer que apoia as pequenas e médias empresas com uma linha de crédito que apenas vai ajudar aquelas empresas que têm liquidez (as únicas que podem aceder ao crédito), quando o verdadeiro apoio seria suspender os pagamentos por conta e o pagamento do IVA apenas na data do pagamento efectivo do dinheiro ás empresas prestadoras dos serviços, visto que são essas verbas que estrangulam as empresas.
O governo de Sócrates mente quando a coberto de uma “reforma” sustentada na ideia neo-liberal, promovida por um governo “socialista”, atacou todo o sector público, desprestigiando professores, juízes, policias e funcionários públicos em geral, na medida em que, movido por uma profunda convicção de que teria apoio popular para diabolizar estas classes profissionais, fantasiou um pretenso progresso social à custa dos cortes, mobilidades, e avaliações polémicas e irracionais, quando na verdade, destabiliza o ensino, desorganiza o sistema de saúde, desmoraliza as forças de segurança, em suma enfraquece o Estado.
O governo de Sócrates mente quando diz que vai criar 150.000 empregos, quando todas as contas que apresentou ou vai apresentar são falsas ou fruto de uma tortura de números. A verdade é que, para lá dos engodos e das falácias, o desemprego aumentou e muito, e o orçamento para 2009 (na sua versão rectificativa/suplementar) fala em números de dois dígitos para o desemprego.
Tudo somado, a grande pergunta a fazer é… E se fosse um governo do PSD a apresentar este relambório de mentiras? E se este governo “socialista” tivesse de lidar com um Governador do Banco de Portugal que estranhamente presta melhores serviços políticos e piores acções como regulador da banca, o que seria a sua principal função?
A Manuela Ferreira Leite cumpre dar uma resposta afirmativa à denúncia destas mentiras e à apresentação do consequente caminho alternativo para criar a necessária confiança no eleitorado. Falar verdade ao eleitorado é essencial, mais ainda agora, dado que estamos na presença de um Primeiro-Ministro fraco e incapaz de enfrentar os seus erros. Contudo pede-se mais, pede-se coragem e determinação, pede-se fundamentalmente à líder do PSD que nos faça acreditar que é possível derrotar Sócrates já em 2009, para que, finalmente, o “Coveiro de Portugal” seja remetido à procedência.
O governo de Sócrates mentiu sobre a forma de apoiar a economia, centrando os apoios apenas no sector financeiro, transformando a Caixa Geral de Depósitos numa espécie de IPE, que centraliza todo o investimento na economia, quando a generalidade dos países europeus já apostava igualmente na baixa generalizada de impostos, certos de que, sem dinheiro na rua, de nada servirá enterrar fundos exclusivamente no sector financeiro, porque haverá certamente uma deflação da economia.
O governo de Sócrates mentiu ao chamar orçamento suplementar ao orçamento rectificativo. Certo, é uma pequena mentira, uma mentirinha, no meio de outras tantas graves, mas demonstra a falta de coragem de Sócrates para enfrentar uma verdade… O governo errou na medida grande, e errou em pleno curso da crise mundial, pois no fim de 2008, toda a gente já sabia o que aí vinha…. Só Sócrates e o seu governo é que pensavam que o OE 2009 podia mascarar a gravidade das contas públicas… Aliás, suspeito que tal engodo seria muito útil para suportar certos investimentos públicos megalómanos (dada a actual situação), como o TGV, que aliás, é objecto de uma verdadeira campanha de promoção nos órgãos de comunicação social, escondendo que para além dos apoios da UE, Portugal tem de enterrar 8 mil preciosos milhões na obra.
O governo de Sócrates mente ao dizer que apoia as pequenas e médias empresas com uma linha de crédito que apenas vai ajudar aquelas empresas que têm liquidez (as únicas que podem aceder ao crédito), quando o verdadeiro apoio seria suspender os pagamentos por conta e o pagamento do IVA apenas na data do pagamento efectivo do dinheiro ás empresas prestadoras dos serviços, visto que são essas verbas que estrangulam as empresas.
O governo de Sócrates mente quando a coberto de uma “reforma” sustentada na ideia neo-liberal, promovida por um governo “socialista”, atacou todo o sector público, desprestigiando professores, juízes, policias e funcionários públicos em geral, na medida em que, movido por uma profunda convicção de que teria apoio popular para diabolizar estas classes profissionais, fantasiou um pretenso progresso social à custa dos cortes, mobilidades, e avaliações polémicas e irracionais, quando na verdade, destabiliza o ensino, desorganiza o sistema de saúde, desmoraliza as forças de segurança, em suma enfraquece o Estado.
O governo de Sócrates mente quando diz que vai criar 150.000 empregos, quando todas as contas que apresentou ou vai apresentar são falsas ou fruto de uma tortura de números. A verdade é que, para lá dos engodos e das falácias, o desemprego aumentou e muito, e o orçamento para 2009 (na sua versão rectificativa/suplementar) fala em números de dois dígitos para o desemprego.
Tudo somado, a grande pergunta a fazer é… E se fosse um governo do PSD a apresentar este relambório de mentiras? E se este governo “socialista” tivesse de lidar com um Governador do Banco de Portugal que estranhamente presta melhores serviços políticos e piores acções como regulador da banca, o que seria a sua principal função?
A Manuela Ferreira Leite cumpre dar uma resposta afirmativa à denúncia destas mentiras e à apresentação do consequente caminho alternativo para criar a necessária confiança no eleitorado. Falar verdade ao eleitorado é essencial, mais ainda agora, dado que estamos na presença de um Primeiro-Ministro fraco e incapaz de enfrentar os seus erros. Contudo pede-se mais, pede-se coragem e determinação, pede-se fundamentalmente à líder do PSD que nos faça acreditar que é possível derrotar Sócrates já em 2009, para que, finalmente, o “Coveiro de Portugal” seja remetido à procedência.
Sem comentários:
Enviar um comentário